Continuando o assunto do post anterior, talvez um país que o Brasil pudesse aprender sobre como fortalecer o cenário local de cinema seja a Coréia do Sul. O país ocupa mais da metade de suas salas com produções locais, em parte graças a reserva de mercado, idéia que não me agrada muito, mas acredito que podemos tirar outras lições do mercado cinematográfico sul-coreano.

Este artigo de 2007 sobre a mostra de cinema de Pusan mostra com mais detalhes esse perfil local e algumas iniciativas que a Coréia do Sul tomou para essa alavancagem do seu cinema.
Há dois pontos que gostaria de salientar, os quais não concordo.
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Não apoio atitudes de reservas de mercado, me parece sempre como algo forçado, criando um cenário artificial.
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Apoiar uma exibição mais multicultural, não apenas local, me parece uma saída mais inteligente, despertando no público uma sensibilidade maior para diferentes pontos de vista.
Apesar desses pontos, é um mercado a ser analisado mais profundamente por nossos realizadores do meio cinematográfico, e no qual podemos retirar boas idéias aplicáveis à nossa realidade.
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